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terça-feira, 27 de setembro de 2016

quero fazer a massagem contigo Ana

sábado, 14 de dezembro de 2013

Sinto a tua falta

Podemos não estar juntos em pessoa, o destino separou-mos por breves momentos
Enquanto sentir o toque do meu coração, sentirei sempre saudades, minha querida filha.
Por vezes acordo durante a noite pensando que és tu a chamar por mim.

sinto a tua falta ....... Quando alguma criança ri
sinto a tua falta........ Quando um garoto chora
sinto a tua falta........ Quando um pai beija seu filho
sinto a tua falta........ Quando ouço uma criança chama  "papa “

Sinto tanto a tua falta minha Catarina.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Querida Catarina

Minha querida filha, sabes que vivi tempos complicados, só tu sentiste cada lágrima que deixei. Ainda hoje vejo em cada criança, a visão do teu lindo rosto, o brilho dos teus olhos, a voz do teu chamar.

Minha querida Catarina, hoje voltei a chorar, não choro de tristeza, mas de alegria... filhota.. choro porque a tua mana, esta grande e linda. Sei que estas feliz minha princesa, sinto a tua alegria, como também sentes a minha . Quero ser o melhor pai do mundo, quero que olhes por mim e pela tua irmã Melissa.

Minha querida Catarina
o teu pai.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A felicidade é…

A felicidade é um sorvete
com uma cobertura de chocolate,
A felicidade é o sorriso de uma criança.
A felicidade é duas pessoas de mãos dadas
enquanto caminham na estrada da vida.
A felicidade é a salpicos das ondas
sentado sob as estrelas na praia.
A felicidade é o som de uma música,
com risos e brincadeiras.
A felicidade é ganhar um ursinho de pelúcia
um jogo de dardos na feira.
Felicidade é um sorriso
num dia, nublado, triste.
A felicidade é ajudar alguém
dar a mão a um amigo.
A felicidade é dizer, "eu faço".
A felicidade é dizer para alguém " Quero-te"
A felicidade é correr num dia de Domingo
Felicidade é tudo isso
e muito mais.
A felicidade está na minha mente,
é e só saber utiliza-la.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Tentativa de


Noite calma e fria num dia de domingo. Carlos e Patrícia, namorados a mais de 3 anos, acabavam de sair do restaurante onde tinham jantado. Noite romântica como sempre. Carlos ....um sujeito trabalhador, amigo do seu amigo e muito apaixonado por Patrícia, um homem de surpresas.

Ligava-lhe todos os dias, e apenas dizia “Amo-te”. Sem complementos mandava-lhe flores tanto para casa como o emprego.
Carlos amava-a e não tinha pejo de demonstrar esse Amor de mil formas.
Patrícia por sua vez era mais discreta, filha única e dona do seu nariz amava o Carlos e o sonho dela era casar como manda os protocolos familiares….
Noiva, igreja e construir uma família. 
Nessa noite os dois estavam super felizes,  Carlos andava já algum tempo desempregado e tinha sido chamado para um novo emprego foram comemorar essa mudança, juntinhos abraçados, mão na mão quando:

- “Encosta ai cabrão”.

Carlos e Patrícia ficam paralisados dois sujeitos aparecem do nada para fazer um assalto.

-Calma...calma

Dizia Carlos com uma voz de espanto.

-“Calma…calma…passa para cá a carteira, anda lá cabrão”

Sem hesitar Carlos segura a Patrícia e tira as carteiras . Os dois homens apresentavam nítidos sintomas de alcoolismo, um deles segurava uma arma de fogo o outro uma faca.

“Não estamos aqui para brincar….passa a carteira, já disse”….

Carlos pega na sua carteira, e entrega a mesma ao homem. vendo que tinha pouco dinheiro , mais enervado ficou. Patrícia tentava não chorar, sentia o seu amor ali ao lado,  nesse preciso momento um deles tenta retira-la da proximidade do Carlos.

- “Anda cá puta….anda cá”

Carlos tentou segura-la, quando o segundo sujeito aponta a arma a cabeça dele. Aquela ameaça parou por breves momentos o respirar do Carlos. O homem apontando a arma, tenta leva-lo para outro sítio...

-“Calma…tenham calma, podemos ir ao Multibanco levantar dinheiro”
- “Agora não é isso que queremos”

Tais palavras deixaram-no intimidado, pois sentia que algo de mais grave vinha ai.

- “Anda cabrão, já disse para vires comigo”

Patrícia começou a pensar no pior, sentia cada vez mais o assédio do indivíduo que a segurava. As lágrimas começaram a deslizar dos seus lindos olhos castanhos, o medo penetrava a largos passos em sua mente.Repentinamente um estrondo fora do normal, olha em volta e vê o Carlos caído, tinha sido atingido por uma pancada na nuca e tombara no chão.

“Trás essa puta para aqui”…

Perante aqueles homens, tal situação….Patrícia perdeu a voz….sem força para um grito de socorro. Os dois homens pegam nela e bruscamente empurram contra a parede 

-“Socorro…Socorro”

Tais palavras, entram no sonho de Carlos, que jazia inerte no chão, mas com enorme esforço, lentamente abrindo os olhos, vê-a contra uma parede e os dois homens tentando viola.la, roupas semi rasgadas, Patrícia desnudada.
Carlos tinha sido paraquedista, aprendeu certas técnicas e uma delas tinha sido manter a calma e tentar surpreender o inimigo. Permanece imóvel no chão, tentando recuperar energias, e algum sangue frio que lhe permita ultrapassar aquela situação inadequada. 

Sentindo que os dois homens não lhe prestam atenção, aos pouco vai-se cercando deles. Patrícia luta, numa luta de profanação, as suas forças já em termo final, sua dignidade de mulher que recusa ser violada. Carlos numa transição brusca, agarra pelo pescoço o sujeito que tem a arma. O outro admirado por aquela situação, deixa-se ficar imóvel agarrando a Patrícia. Ouve-se um tiro, os corpos no chão após aquela luta, brutal e sem regras. Os olhos de Patrícia ficam desfalecidos, o seu coração bombeia sangue em ritmo angustiante, e o 2º homem….pára no tempo.

Um dos corpos deitado no chão, move-se, é Carlos perante tal o segundo homem começa a correr,

Carlos levanta-se, vai ter com a Patrícia, agarra-lhe nas mãos e abraça-a como se não existisse amanhã.

- “Amo-te…amo te”
-“ Eu também, meu amor”

Os dois lentamente abandonam daquele lugar maldito e vão a procura de ajuda. Passados 3 meses, Carlos responde em tribunal pela morte do homem, e é considerado inocente (legitima defesa).
Patrícia, ali sentada num banco do tribunal, observa o Carlos quê se aproxima, de braços abertos e um enorme sorriso nos lábios, diz:
- Queres casar comigo!!.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

FMI da Keka

segunda-feira, 4 de abril de 2011

“Aqui em portugal é assim”

Durante a campanha eleitoral de Barack Obama, a sua esposa, Michel Obama, foi chamada de racista. Porque ela disse, certa vez, que Barack, sendo negro, em fato de treino, e chapéu de basebol, tinha mais probabilidade em ser detido pela polícia, do que qualquer cidadão de raça branca. Esta prática policial, em que o principal factor de detenção, são as características físicas, ou a cor da pele, tem, nos EUA, o nome de “racial profiling”, é algo que qualquer negro espera que lhe aconteça pelo menos uma vez na vida. Tenho nos últimos anos vivido em Brooklyn, num bairro que não é dos melhores, onde pelas minhas “características físicas”, e forma de vestir não me distingo de muitos jovens com problemas com a polícia, mas foi em Lisboa, onde conheci a experiência do “racial profiling”.

Era sábado de manhã, 26 de Março, pelas onze da manhã, e saí de casa, com o meu irmão, Cláudio Tomás, para irmos ao supermercado. Eu ia vestido em fato de treino, a cabeça coberta pelo capuz do casaco, e óculos escuros. O meu irmão ia vestido mais formal. A duas ruas da casa onde vive o meu irmão, na Lapa, somos abordados por dois agentes da PSP (Polícia de Segurança Pública), da trigésima esquadra, Luís Marujo (153243), e Marco Valente (153672), numa viatura da corporação, de matricula 22-GX-00. Ordenamnos que coloquemos as mãos contra a parede, pernas afastadas, e que puséssemos todos os nossos pertences no chão. Tínhamos apenas carteiras, chave de casa, e, no meu caso, a caixa que continha os meus óculos graduados. Tentamos identificarmo-nos, dizer quem éramos e o que fazíamos, mas os agentes a princípio não estavam muito interessados em saber esta informação. Só passados uns 10 minutos, é que ficamos a saber a causa da detenção: um homem de certa idade, de raça branca, tinha sido assaltado não muito longe da Infante Santo, por pessoas cujas “características físicas” eram alegadamente muito parecida às nossas.

Passados uns 20 minutos, chegaram mais agentes da policia, uns cinco, dos quais três estavam fardados, e dois à paisana, em dois carros, um dos quais trazia o velho que tinha sido assaltado. O homem não precisou sair do carro para descobrir que nunca nos tinha visto na vida. Eu já tinha perguntado aos agentes, o que acontecia se ficasse provado que não tínhamos sido nós. Um dos agentes, dos que tinha acabado de chegar (que não consegui identificar mas que tinha o apelido de Tinoco), que lhes bastaria fazer um pedido de desculpas e que poderíamos continuar o nosso caminho. O meu irmão disse que aquilo tinha de ter consequências. Os agentes então concederam que nós podíamos apresentar queixa. Eu disse que não apresentava queixa, mas que eles iam ter notícias nossas. No meio desta discussão, desabafei que só em Portugal aquilo podia acontecer. Ao que um dos agentes a paisana, perguntou, porque eu vinha a Portugal, se não gostava do país, acrescentando – quando eu pus em causa a técnica policial de detenção arbitrária de pessoas de cor negra – que, em relação à forma como nos tinham abordado, “aqui em Portugal é assim”.

Já no final da troca acalorada com os agentes, um dos mesmo acrescentou: “o vosso único problema é estar no sítio errado, na hora errada”. Como “sítio errado”, se o meu irmão mora na Lapa? Mas nós somos conscientes que este era exactamente o problema da polícia. O meu irmão e esposa estão habituados aos taxistas que perguntam duas vezes quando lhes ouvem dizer a morada. E foi o mesmo que os agentes da polícia fizeram, quando nos levaram à casa para nos identificarem. Primeiro fingiram que não tinham percebido a morada, e andaram pelo bairro à procura da rua. E depois quando chegaram à rua, insistiram que o meu irmão provasse que morava de facto naquele prédio. Ao que o meu irmão fê-lo pela correspondência que estava na sua caixa de correio.

Grande lição de vida para mim, que não importa o que faças em Portugal, um polícia te vai sempre tratar como um preto. E que pode interromper a tua rotina, e humilhar-te, colocando-te contra a parede, enquanto esperas que o senhor branco (qual um senhor de escravos), venha identificar-te. E que feita vistoria, provada tua inocência, podes então seguir o teu caminho. O meu problema não são os agentes Marujo e Valente, que foram no geral correctos connosco – que já não posso dizer dos agentes que chegaram depois. O meu problema são com as técnicas de investigação policial, a técnica da “batida”, que reduz a polícia em bando armado. E também, com o facto de os agentes da polícia, na discussão que tivemos durante a detenção, usarem uma linguagem que não esperava em membros da corporação policial. “Se você não gosta de Portugal porque está aqui”, não é muito diferente do “preto vai para a sua terra”. Ou seja, que ao reflectirem nos seus gestos e palavras os sentimentos raciais do português médio, aqueles agentes da polícia, ou eram estúpidos, ou nunca tinham sido expostos em toda a vida a uma discussão sobre preconceito.


Jornalista Antonio Tomás in Novo Jornal.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Afinal não somos pobres... Somos estúpidos!!!


No coments!



Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal.

Dizia-lhe eu à boa maneira do "coitadinho" português:
Sabes, nós os portugueses, somos pobres ...

Esta foi a sua resposta:
Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?


Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?

Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias por serviços e por cartas de crédito ao triplo que nós pagamos nos EUA?

Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do que nós ao nosso.

Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%, nada comparado com os 21% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes com estes 21%, pagais ainda impostos municipais.


Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado.

E vocês pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA...


Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na abundância, porque considera que os negócios da Nação e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal, da corrupção dos seus governantes e dos seus autarcas. Um país capaz de pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa privada.


Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa, isto é mais ou menos os vossos 2.080 ¤uros. Vocês podem pagar impostos do lixo, sobre o consumo da água, do gás e da electricidade. Aí pagam segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.


Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar.


Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.



Vocês, portugueses, não são pobres, são é muito estúpidos..........

quarta-feira, 9 de março de 2011

O Fo....! por Millôr Fernandes



O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela diz. Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?

O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas.
Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição. Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. "Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"? "Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.


A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!

Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!". Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem. O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto. Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida. Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência. Solta logo um definitivo:"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!". O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)

Há outros palavrões igualmente clássicos.Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos. Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.

E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"? Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?

Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima. Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios. E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!". Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de
ameaçadora complicação?

Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!" Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”

Então:

Liberdade,

Igualdade,

Fraternidade

e

foda-se!!!

Mas não desespere:

Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”

Atente no que lhe digo!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Os Verdadeiros Heróis


No outro dia ouvi dizer.... " Os nossos Heróis são o Mourinho, Cristiano, A selecção Nacional, os jogares do Benfica" .... eu respondo quem realmente são os nossos Heróis; 

Os profissionais de saúde, professores), carteiros, o pessoal da Câmara que varre e faz a limpeza das cidades....Heróis, são milhares de portugueses perderam o emprego, só têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.

Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram possibilidade ter uma vida saudável.

Heróis, são inúmeras pessoas, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados.

Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, com a sobra de poucos euros para alimentação.

Herói é o medico que anda em Trás-dos-montes, a visitar pessoas da 3 idade, que precisam assistência sem cobrar nada

Heróis são os Bombeiros, que muitas vezes tão vida pelo moral “ ajudar o proximo”

Heróis são alguns policias, dão a vida muitas vezes por um sistema feito pela politica

Herói sou eu, que trabalho 8 horas para ter uma vida digna.

E dizem que Heróis são quem ganha Milhões por mês, muitos nem o nome sabe escrever, pouco menos falar, esses são os heróis?? Quem prefere comprar um carro de 300 mil euros que dar 300 euros alguém para comprar um aquecedor no frio??

Então pessoas que acham estes como heróis, não passam de uns merdas, por quem pensa assim, mais ter a mentalidade de ser sempre um mesquinha e não ter o valor moral de perceber que os verdadeiros heróis são aqueles que ajudam quem precisa.







quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Orçamento estado / regras trabalho

REPÚBLICA das BANANAS
GABINETE DO PRIMEIRO MINISTRO
LEI GERAL DO TRABALHO
Orçamento estado 2013/2014
Decreto sobre as novas regras 2014
===== K =====
AUMENTO DE SALÁRIO

O funcionário deverá passar a trabalhar vestido de acordo com o seu salário.
Se o virmos calçado com ténis Adidas de 150 EUROS ou com uma bolsa Gucci de 200 EUROS, presumiremos que está muito bem de finanças e, portanto, não precisa de aumento.

Se ele se vestir de forma pobre, será um sinal de que precisa aprender a controlar melhor o seu dinheiro para que possa comprar roupas melhores e, portanto, não precisa de aumento.

E se ele se vestir no meio-termo, estará perfeito e, portanto, não precisa de aumento.

AUSÊNCIA DEVIDO A DOENÇA

Não vamos mais aceitar declaração do médico como prova de doença. Se o funcionário tem condições de ir até ao consultório médico, é porque pode vir trabalhar.

CIRURGIA

As cirurgias são proibidas, enquanto o funcionário trabalhar nesta empresa. A empresa precisará de todos os seus órgãos, portanto, o funcionário não deve pensar em tirar nada do seu corpo. Nós contratámos o trabalhador inteiro. Remover algo constitui quebra de contrato.

AUSÊNCIAS DEVIDO A MOTIVOS PESSOAIS

Cada funcionário receberá 104 dias para assuntos pessoais, em cada ano. Esses dias chamam-se Sábados e Domingos.

FERIAS
Todos os funcionários deverão gozar férias nos mesmos dias de cada ano. Os dias de férias são: 1 de Janeiro, 4 de Janeiro, 4 de Fevereiro, 8 de Março, 4 de Abril, 1 de Maio, 25 de Maio, 1 de Junho, 17 de Setembro, 2 de Novembro, 11 de Novembro e 25 de Dezembro. Nem um dia a mais!

AUSÊNCIA DEVIDO AO FALECIMENTO DE ENTE QUERIDO

Esta não é justificação para perder um dia de trabalho. Não há nada que se possa fazer pelos amigos, parentes ou colegas de trabalho falecidos. Todo o esforço deverá ser empenhado para que os não-funcionários cuidem dos detalhes. Em casos raros, onde o envolvimento do funcionário é necessário, o enterro deverá ser marcado para o final da tarde, depois da hora de expediente. Teremos prazer em permitir que o funcionário trabalhe durante o horário do almoço, podendo sair uma hora mais cedo, desde que o seu trabalho esteja em dia.

AUSÊNCIA DEVIDO À SUA PROPRIA MORTE

Isto será aceite como desculpa. Entretanto, exigimos pelo menos 15 dias de aviso prévio, visto que cabe ao funcionário treinar o seu substituto.

USO DO WC

Os funcionários estão a passar tempo demais na casa de banho. De futuro, utilizaremos o sistema de ordem alfabética. Por exemplo, todos os funcionários cujos nomes começam com a letra 'A' irão entre as 9:00 e 9:20, Aqueles com a letra 'B' entre 9:20 e 9:40, etc. Se não puder ir na hora designada, será preciso esperar a sua vez, no dia seguinte. Em caso de emergência, os funcionários poderão trocar o seu horário com um colega. Ambos os chefes dos funcionários deverão aprovar essa troca, por escrito.
Adicionalmente, agora há um limite estritamente máximo de 3 minutos na sanita. Acabando esses 3 minutos, um alarme tocará, o rolo de papel higiénico será recolhido, a porta da sanita abrir-se-á e uma foto será tirada. Se for repetente, a foto será afixada no quadro de avisos e na Intranet do serviço com o título: Infractor Crónico.

HORA DO ALMOÇO

Os magros têm 30 minutos para o almoço, porque precisam de comer mais para parecerem saudáveis. As pessoas de tamanho normal têm 15 minutos para comer uma refeição balanceada, que sustente o seu corpo mediano. Os gordos têm 5 minutos, que é tempo suficiente para comer uma salada e um moderador de apetite.

Muito obrigado pela sua fidelidade à nossa empresa. Estamos aqui para proporcionar uma experiência laboral positiva. Portanto, todas as dúvidas, comentários, preocupações, reclamações, frustrações, irritações, desagravos, insinuações, alegações, acusações, observações, consternações e quaisquer outros ...ões deverão ser dirigidas a outro lugar que não à direcção da empresa.

CUMPRA-SE

domingo, 24 de outubro de 2010

Vive®

Vivo da realidade, não me alimento apenas com sonhos, não invento verdades ,não idealizo o futuro. Espero pelo pior, espero pelas decepções da vida, por amores não conquistados, palavras não faladas e triunfos por realizar. Apenas tento lutar pelos meus ideais, luto por ser digno.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Uma noite de felicidade, com um começo tímido.

Olhei para ela…o coração parou. Senti o olhar dela, uma sensação penetrante. Ganhei coragem, e fui ter com ela…o coração batia muito forte….cheguei perto e numa voz meiga disse
- Olá, posso me apresentar
Ela olha bem nos meus olhos, e diz-me
- Seria um prazer, sou Patrícia
Eu nesse momento paro no tempo, não tinha palavras e sabia; falei num tom de voz tímido:
_ Carlos, muito prazer!
Nesse instante ela se aproxima e sentindo bem perto a sua face, fechei os olhos. Reparando na minha inocência facial, sinto os lábios dela no canto dos meus. Um forte arrepio correu o meu corpo, senti-o a navegar no prazer daquele toque. Olhei para ela, vi um sorriso…sorriso malandro, mas com um disfarce tímido.
Convido para bebermos algo, qual o meu espanto….ela sem hesitar diz-me que sim. Tento falar com um sorriso e faço o sinal, para irmos ate ao bar; lá pergunto o que ela deseja, e responde-me:
- Escolhe tu, deixa-me ver até onde vai, essas fantasias.
Após aquelas palavras, mais tímido ainda fiquei…
- Deseja alguma coisa – pergunta garçon
(Reparo que é o rapaz a perguntar o que nós queríamos, e eu a tentar não desiludir o pedido dela.)
- São…são…são…
Não sei que se passava, mas as palavras estavam trancadas dentro de mim, eu a pensar o que iria pedir, e num momento digo:
- São dois copacabana
Olho para ela e sinto um “era mesmo isso que queria”. Convido-a para sentar e mais uma vez ela aceita.
Após varias horas de conversa, saímos do bar e fomos ate a praia. Não podia ser melhor.
Noite branda, lua cheia de vida, mar calmo, perfume de sedução no ar e eu com aquela mulher, ali, no meio do paraíso. Juntos… já sem os sapatos caminhávamos a beira-mar, quando a ouço:
- Posso convidar-te para ires até a minha casa?
Nesse instante a timidez daquele indivíduo sem confiança em si próprio, retraído, acanhado, que por breves momentos esteve presente em frente dela, saiu de mim; e disse-lhe com voz segura.
- Seria uma honra para mim
Nesse momento senti as mãos se tocarem e ela a puxar-me….aquela passeio calmo virou por breves momentos uma corrida desordenada no meio da praia.
Ela morava nas proximidades, mas no trajeto, a minh’alma saiu do corpo. Fantasias, ilusões, pecados... era isso que me alimentava.
De repente, sinto um forte apertar na minha mão…
- Chegamos. (suspense)
Entro na casa, olho e vejo que aquele ambiente refletia o rosto dela. Sento-me no sofá, ela põe uma música, pergunta-me se bebo algo e senta ao meu lado.
A sua voz, o cheiro do seu perfume, a bebida, e aquela música; foi um complemento para a loucura que acabei por fazer. Cheguei perto, olhei em seus olhos, e no cerrar dos mesmos…levemente sinto os lábios se tocarem. Sinto-me mais uma vez perdido num mundo de fantasias. Lentamente tento tocar a sua boca, tento sentir cada centímetro, cada um dos segmentos rubros e carnudos que protegem seus lábios. Sabor de prazer, sinto o seu sabor, saliva salgada...o prazer…. Nesse momento sinto o corpo por cima do meu…. Suas formas... Nossos lábios continuam selados, olhos fechados, sensação de estranheza corre por mim…. Estava num mundo real, mas com uma mulher susceptível de exercer-se ao imaginário. Ela começa por tirar a minha camisa. Sem resposta, deixo-me ir em seus movimentos. Um arrepio no peito, sua língua a me saborear. Abro os braços e deixo aquela mulher me seduzir… levar-me ao infinito do prazer.
Segurando as minhas mãos e levadas aos seios……sinto o enrijecer de prazer. Começa a desabotoar lentamente um a um os seus botões. Tiro-lhe a camisa e levo outra vez os meus lábios junto aos seus. Sinto as suas mãos a dedilhar o meu peito, sinto mais uma vez o sabor divinal que ela tem. Naquele momento tomo eu conta da sensibilidade que pairava na sala. Levanto-me, encosto-a na parede, e nesse momento digo pra mim mesmo……. -Era a forma de te levar ao céu-. Abraço-a firme contra a parede e tento sentir mais uma vez aqueles lábios. Sinto o fechar de olhos, mas desta vez era ela….ao fundo ouvia sua voz……bem baixinho, ouvia um tom de prazer…lentamente tiro-lhe o sutian, e nesse preciso momento sinto os os seus seios em meu peito….seguro-a pelos braços e minha língua começa a correr o seu rosto. Desço pausadamente até aos seios. Sinto os seus mamilos rijos, sinto um arrepiar de sua pele em cada movimento meu; o seu fechar de olhos aprazível. Paro!, sinto o corpo dela a empurra-me…Fito-lhe, e sem conseguir dizer algo pergunto a mim mesmo “ que se passou”. E ela responde:
- Vem comigo!!
Pega-me pela mão e leva-me até o quarto. Encosta-me na parede e começamos outra vez a nossa história. Agarra-me pelos pulsos e sinto o seu corpo roçar o meu…. Excitação total corria por mim….começa a beijar-me cada centímetro de mim, sinto um arrepiar em cada passagem sua boca nos meus mamilos e suas mãos a tirar as minhas calças. Deixo-me ir naquele embalo, naquela loucura…não de mente, mas real. Sinto sua língua a descer cada vez mais pelo meu corpo, fecho os olhos, e nesse momento sinto que aquilo tudo não era brincadeira. Abro os meus olhos e vejo….Ela a levar-me a uma alienação mental com uma modificação profunda da minha personalidade…pois naquele momento não era eu que estava aqui…mas sim, a felicidade. Começo a sentir a sua boca desta vez a subir….outra vez as mesmas sensações quando passa pelo meu peito, no pescoço, e por fim, a minha boca. Lentamente ela inverte a disposição dos nossos corpos, queria sentir aquilo que eu senti. Num trocar de posições, lá estava eu, desta vez a tomar controlo. Tento da mesma maneira, levá-la ao mundo do prazer. Lábios meus na centésima parte do seu corpo, e reconheço cada movimento seu, eu havia sentido. Desço os meus lábios como ela fez comigo, e a levo ao infinito prazer, como fui levado. Mas desta vez tento levá-la de uma outra maneira…. Levanto-a, suas pernas sustentadas em meus ombros e sinto seus dedos nos meus cabelos. Naquele momento ela era o meu momento. Lentamente descemos e como dois amantes tiramos as nossas roupas….caminhamos até a cama…caímos os dois para outro mundo.
-Carlos….então como estas?
-Estou bem…e tu?
-Também estou bem, anda vamos tomar o pequeno-almoço.
A vi levantar, peguei uma caneta mental e escrevi no meu coração….Uma noite de felicidade, com um começo tímido.

Paixao no Trabalho

Sempre olhei para ela com outros olhos. Via pela primeira vez no início do ano lectivo. O seu nome é Patrícia, professora de inglês. Pouco falamos, além de situações relacionadas com trabalho, mas existe entre nós um cruzar de olhares, fora do normal.
Bem!!! Deixem-me apresentar. O meu nome é Carlos, sou professor de matemática no mesmo colégio que a Patrícia, e aqui vou diligenciar a minha história.

A pouco mais de 4 meses, conheci Patrícia, mulher agradável à vista como falava o meu velho pai. Troca de olhares no corredor da escola, bem como, na sala de professores, ate que um dia, ganho coragem e avanço a conversa para além do trabalho.
- “Olá patrícia, podemos beber um café, ali no bar”
- “Claro Carlos, assim pode rever umas dúvidas minhas sobre o funcionamento do colégio”.

Este é o 1º ano que ela dá aulas no colégio. Todos os professores gostam do trabalho dela.
Sentamos os dois, papelada em cima da mesa, e início da conversa…blá…blá. Até que tento mudar de conversa, saber mais sobre ela. Fico a saber que é divorciada, vive sozinha e perto de mim. Não podia ser melhor…. A nossa conversa acabou repentinamente com o toque. Um até já e seguimos para as aulas. Nesse dia, só pensei nela, em cada sorriso, nas palavras, na forma que pegou a chávena do café.
Comecei a notar um olhar menos tímido dela, a forma que me falava também era outro, ate que numa tarde eu digo:
-“ Olá Patrícia, desculpa o meu atrevimento, mas gostava de convidar para jantar”
Ela olha para mim, faz um sorriso e diz-me
- “ Carlos, teria muito gosto…mas hoje tenho coisas já marcadas”
Não podia deixar aquela situação fugir, não mesmo
-“ Certo Patrícia, mas não disse que seria hoje”
Com estas palavras tento fazer pressão mas de uma forma mais subtil
- “Combinado, Carlos, podemos jantar amanhã…que tal?”
Nem pensei…saiu logo as palavras certas
-“ Esta combinado…”
-“ Tens aqui o meu nº tlm, liga-me, amanhã por volta das 19 horas, já sabes onde moro, será mais fácil”
-“ Combinado”
Peguei no papel e despedi-me
No dia seguinte tal como tínhamos combinado, liguei-lhe
-“ Olá Patrícia, é Carlos…como estas?”
-“ Bem, olha…sabes onde fica o restaurante o Magriço”
-“ Começo muito bem”
- "Então podemos combinar lá as 21 horas”
- “ Combinado Patrícia”

Cheguei mais cedo, queria ver se estava tudo bem. Sentei-me à mesa….fiquei a espera. Passados 10m a hora marcada vejo ela a entrar. Estava muito bonita, gostei…simples mas com um toque de classe. Levantei-me…
-“ Olá Patrícia, Como estas?”
-“ Bem Obrigado e tu Carlos?”

Peguei na sua cadeira e ela sentou….meia volta a mesa e sento-me também. Começo de uma conversa meia tímida. Falamos um pouco de cada um, do colégio e da vida. O jantar estava muito bom, vinho branco, um doce da Avó para mim.
Saímos do restaurante e como era sexta-feira, convidei para irmos ate um barzinho que já conheço alguns anos.
-“ Claro que sim Carlos”
Como cada um tinha vindo no seu carro, deixamos os mesmos naquela zona e apanhamos um táxi. Ver Lisboa a noite com a Patrícia, sempre com um sorriso, sempre com uma palavra engraçada. Chegamos ao bar….estava vazia…sentamos….eu bebi a minha bebida e ela fez o mesmo.
-“ Conheço este bar a muitos anos, nos momentos de felicidade venho aqui”
Olhei para ela e vi um sorriso tímido, ela tinha gostado daquelas palavras. Após 3 horas de uma conversa maravilhosa, saímos do bar. Olhei e disse……
_” Podemos ir buscar um dos carros, gostava de levar a um sítio”
Olhou, parou….e
-“ Claro que sim, esta noite quem manda és tu”
Fiquei admirado por tais palavras. Chamamos um táxi e seguimos até ao parque. Como a noite era minha, levamos o meu carro. Sempre a conversar, sempre animados, seguimos o trilho do Cabo da Roca. Já eram 4 da manhã, nós ali no meio do nada….o mar ao longe, o céu com um brilho especial e nós, sentamos nas pedras e a conversa agradável…
-“ Olha Carlos…o nascer do sol”
Levantei, peguei na mão dela e junto ficamos ali a ver o nascer do sol.
Seguimos até Cascais, tomamos o pequeno-almoço, e casa.
Fiquei a conhecer melhor a personalidade dela, meiga, amiga…..hummmm ….era um sonho.
Nesse fim-de-semana, passei com ela na cabeça, via a imagem, ouvia a voz, e sentia o seu cheiro.
Na segunda-feira, cruzamos no corredor…
-“ Olá Patrícia, então como estas? “
-“ Bem, obrigado e tu?”
Andamos assim durante essa semana, sorrisos, almoçar juntos. Na sexta-feira tivemos que ficar até mais tarde para correcção de teste. Já sabia que ia ser noite dentro. Ela lá estava mais uns colegas. Entretanto os colegas começaram a sair, ela olhava para mim. Ate que só ficamos os dois lá. Na correcção dos testes, começou a existir um cruzar de olhares, e uns sorrisos. Levantei-me para ir tirar umas fotocopias e:
- “ Então demoras muito”
Sentia atrás de mim, senti o respirar mesmo na minha orelha, virei-me e tinha boca a pouco mais de 5 centímetros da dela. Os dois ali a olharem um para o outro. Lentamente comecei a sentir as pálpebras dos meus olhos a fechar, os lábios a ganhar uma forma mais sensual e o corpo aproximar-se ao dela. Senti os lábios dela nos meus, senti o coração a palpitar, senti-me naquele momento uma criança. Os lábios se agitavam bem devagar, já rendido ao sabor dela, levei minha mão aos seus cabelos. Estava perdido naquele momento, comecei a sentir uma mão no meu peito, a respiração dela estava sensual. Comecei a sentir as minhas costas na parede, era a vontade dela de me querer, deixei-me ir, como uma criança, sem reacção.
-“ Carlos, vai fechar a Porta”
M
eio desajeitado corri até ao hall e fechei a porta. Olha para a porta da sala dos professores e lá estava ela, com um olhar “ anda me possuir”. Fui ao seu encontro e mesmo ali na ombreira da porta, juntei novamente os meus lábios aos dela. Num bater de corpos, de um lado para outro, em viagens selvagens contra tudo que estava no caminho, entramos num rolar descontrolado no encontro de uma posição certa. Respiração forte, mas parecia que estávamos em pleno acto sexual, aquele cruzar de línguas, estava perdido com aquela mulher.

Começo a tirar sua roupa, ela deixa-se ir na realização do meu filme, sinto um puxar brusco da minha camisa, sinto a mesma a rasgar, um arrepiar …….
Nesse momento de música descontrolada, levo-a ate a mesa de reuniões, com um passar brusco, retiro tudo que estava por cima da mesa e deito o corpo dela. Cruzar de mãos, respiração violento com traços de ardente. Começo a beijar o seu rosto, indo com o intuito que existe ou pode existir formas de levar aquela mulher ao céu. Começo a sentir minha boca salgada, espalha-lho esse sal em terreno onde ia cometeu crime. Gritando em voz pouco intenso, dou por mim nos seus seios. Passagem sem sacrifício, demorada por aquela parte do seu corpo. Na ponta dos meus lábios sentia os mamilos, sensação tive no sentido do gosto, sentia o desejo que ela tinha por mim. Sem dar por isso, o meu corpo deslizava. Abro os olhos, tento ver qual a expressão que ela tinha, definir aquilo que eu produzia nos seus órgãos e saber que transmitia a minha boca ao cérebro pelos nervos.
Entro no mundo particular de Patrícia. Seu corpo deitado na mesa, eu de joelhos embutido no desconhecido, um sabor de satisfação sensível. Minhas mãos em seus seios e suas no meu cabelo. Carícias em forma de amor, senti isso no meu cabelo. Faço oposição ao deslizar do meu corpo e volto a ter um contacto com a sua boca. Naquele momento ela sentiu o meu gosto misturado com o dela. Sinto uma acção, alteração na forma como nossos corpos estavam, sinto que ela quer tomar o controlo. Estamos os dois naquele momento em pé, um rodopiar de corpos e estou eu encostado a mesa. Sua boca começou a correr o meu corpo. A camisa sai do meu corpo, e o cinto pausadamente é desapertado. Agarro a esquina da mesa, os olhos fecham, cabeça faz um movimento para trás, e entro num no mundo de sensações divinas. Patrícia rigorosa no cumprimento do seu dever, leva-me a alma para o prazer. Os ponteiros do relógio pararam, a minha respiração entrou em transe, o corpo ficou íntegro, probo, justo e sem sinuosidades. Regressa ao lugar onde tinha partira (a minha boca). Já sem roupas, procuramos o 1º local para o início desta história. Esta é a minha Historia com a pessoa que neste momento é o amor da minha vida. Estamos a pouco tempo para casar.