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domingo, 9 de março de 2014

Canetas da vida

Nas cartas guardadas 
Começo a reorganizar
Uma vida

Na mente feita de caligráfica
por vezes desfocada esta
um coração que foi melancólico

Em sincronia com cada curso,
lanço a magia,
Criando ao mesmo tempo
Uma colagem de palavras.

Que seja um grafite sobre papel,
nesta essência da vida.
Linhas quebradas na arte poética.

Como as memórias se sobrepõem,
Capturo  as fotos
talhadas num coração de valente.

Numa retenção de um futuro brilhante.
Manchas da imaginação
Dispersas em cada memória,
Como gotas de tinta nos cantos
Da minha mente juvenil; rapaz ainda miúdo
Fragmentos do passado e do presente,
Retratando a beleza abstracta.
Imaginação dos beijos das páginas desta vida
Deixando marcas nos sonhos
Como eu escrevo para o futuro,
Amanha irei na minha historia,
"Para sempre".

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Os olhos dos outros em mim....



Nada deve ser determinado por uma única causa. Qual é a causa da chuva? ... ... ou a música? O pensamento lógico-linear, da causalidade é muito estreito. No tempo do meu pai, o conhecimento era apenas de forma selectiva, para cada aspecto que tinham a mesma causa em questão.

Vivo, na era dos sistemas de pensamento que desfocam os conceitos. Talvez a famosa maçã de Newton é pouco visível, num mundo vivido por mim, talvez Newton com os seu conhecimentos de relacionamentos diversos, seria um analfabeto nos tempos que vivo hoje.

Se analisarmos mais rotundamente, às vezes harmoniosa, por vezes confuso – exerço no mundo dos vivos, que, na realidade, sou apenas um louco que assumo a minha loucura, onde os demais que respiram, dizem que os loucos são os outros.

A velha lógica questão básica, tais como a questão da origem do universo ou a relação entre o eu e o cérebro, agora todos os finais de paradoxo. 

O não pensamento está a ser redescoberto. Estamos sem mangas mais curtas, porque? como possível artesão de mim mesmo, pergunto, cercado por mistérios, só posso impressionar pela estranheza, incrível levar toda aprendizagem que relevo aos outros, que mesmo morto, o meu pai um dia quis ensinar.

O tabu contra a visão de um mundo "louco" tornou-se frágil.. As sombras, que ao longo dos anos fazem de mim um fiel seguidor da do quero algo que nunca tive, são possuídos, mesmo na minha mente ordinária e assombrada. Se a razão mais forte que se coloque na análise final, sou o oposto, quando a ciência convencional de todos que me rodeiam muitas vezes alcançam o absurdo. O mundo parece ou talvez "contraditório", "incoerente" - tal como o pensamento falado por mim..

As velhas certezas deixam de ser eficaz. Segurança borrada em probabilidades, os opostos se encontram em oscilações. A razão começa a superar seu formalismo mecânico. A ciência dos olhares curiosos no caos da minha greve loucura, sou de olhares furtivos por cima do muro, como para enriquecer a minha imaginação. 

Os lunáticos são todos que olham a sombra do meu ser com estranheza é interessante. 

E o louco serei eu? e o louco sou eu?? 

Talvez sou apenas alguém que vive, um dia de cada vez.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Sentimento

Conforto os dias difíceis,
Em sorrisos que invadem a tristeza
São cores que seguem as nuvens
Risos imaginários, beijos sentidos

Toques na carne, suar sem sal
Abraços delicados enquanto os espíritos me seduzem
Uma amizade feito por mim no desejo
Na beleza do teu olhar
Na dúvida tua, dou a confiança
É a Fé para que possas acreditar,
Esta minha coragem para conhecer algo mais de ti,
Terei paciência para aceitar a verdade,
Neste meu sentimento enrolado no desejo.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Escrito por nós (!)


Carrego o teu coração comigo (levo no deslizar do dia) ao encontro de uma luz ligada no dia que nasceste, e nunca estou sem esse brilho. És a minha força , virei um guerreiro por ti, minha doce filha. 


Não temo nenhum destino (pois és o meu destino, meu doce), quero nenhum mundo (tu sim, és o meu mundo, a minha verdade), onde poucos conseguem saber que a lua faz de mim.Pediste para deferir quem es, eu digo....

És quem sempre sonhei, és uma mulher lutadora, uma mulher não feliz no relacionamento que tem, és uma mulher procura quem valorize. 

Um dia cantarei junto ao sol , a canção mais profundo, um  segredo que ninguém conhece (Aqui é a raiz da raiz e o broto do broto o céu do céu de uma árvore chamada vida, que cresce maior do que a alma pode esperar ou a mente pode esconder) e esta é a maravilha que está mantendo as estrelas distantes .

Hoje carrego  (e levo ao meu coração). talvez num livro escrito pela vida, muitos que rodeiam quem nós somos, iram ver ( feliz para sempre). Hoje os dois sorrimos, pois em ti cresce algo nosso.Talvez amanha, prove o Mel que a tua boca bem, talvez amanha o brilho do teu olhar, diga... toca-me... A minha definição é dizer que és importante para mim.

sábado, 9 de novembro de 2013

Lembro-me com saudades

Anos 80, o mundo tão diferente. Acho que a minha Mãe tinha um televisor de apenas 2 canais , preto e branco. Lembro-me vagamente esperar para ver os desenhos animados do Vasco Granja, pelo qual esperava religiosamente na expectativa de ver o Casimiro ou o Speedy Gonzalez, às vezes saiam-me na rifa aqueles desenhos que vinham da Europa de Leste. Para brincar tinha os meus carrinhos de metal, um comboio de plástico, tudo servia para brincar. 

Mais tarde também me iniciei na Playmobil. Tinha livrinhos da Anita e acreditem ou não, alguém me deu um livro do Noddy, era em Inglês e só muitos anos depois voltei a ouvir falar do dito, agora personagem famoso. 

Tive dezenas livros do Tio Patinhas, do Micky ... livros que devorava. Perdia o tempo com os amigos em frente da Tv, ver a rua Sésamo, com o Egas e o Becas, os marretas!!! E os cromos da Bola do Mundial 86 no México... falam hoje eles disso.. no meu tempo fazíamos por amor, não por dinheiro. Ia para a praia, existia espaço.. não precisava levar a toalha atrás para não ser roubada. 

Os Natais eram mágicos, a Tv. passava filmes bonitos da Disney, vinha a família toda e comíamos coisas que só mesmo no Natal havia paciência para fazer..... esperávamos pela meia-noite para abrirmos os presentes. Lembro-me que chegava da escola às 18:00, ir à mercearia , comprar uma bomboca, sempre de baunilha. 

Aqui perto de casa, a escola primaria, onde o pessoal começou a era do Skate e da Bicicleta, coisa boa que o ET, trouxe foi a BMX. 
Ainda me lembro do meu primeiro relógio digital! Para minha grande tristeza não era aquele que eu queria, mas tinha os segundos e luz para ver à noite. Um luxo!

E as musicas... saudades de ouvir uma boa K7 beta....Pink Floyd, Doors, música clássica. Lembro-me de ir a casa do meu vizinho pra brincar com ele e ver a irmã em frente a Tv., ar de concentração total com o Bamby (coitadinho), a Branca de Neve, o Papuça e Dentuça, a Dama e o Vagabundo, ou seja, aquilo que havia para ver na altura.

 Eu já era mais Super- Homem, Capitão América..etc.... heróis que hoje fazem falta. Na televisão era uma festa quando dava um filme e geralmente eram filmes para a família, recordo com alegria os filmes do Jeery Lewys em especial o Cinderelo dos pés grandes (vá-se lá saber porquê). 
 
Mais tarde tive um spectrum e foi o inicio da era digital para mim. Eram horas a jogar ao Horácio vai esquiar, tardes perdidas com os colegas a jogar Chucky Egg e Maniac Miner. Lembro do som .. para o jogo entrar... magnifico. Rádio Cidade... Alegria no Ar... fez a delicia do pessoal.. uma rádio pirata.. lá vão os tempos.

São João, Santo António.. todos os santos, o pessoal... ir bater às portas" Podia dar qualquer coisinha". Fazíamos festas, fogueiras...

Hoje esse espírito não existe... hoje tudo se perdeu... pena ..Saudades dos bons tempos

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Vento que levou a tristeza

Sopra o vento apressado, e ninguém para desabafar.Contei ao vento meus lamentos, e ele começou a uivar. O dia ficou cinzento, cai a triste chuva que me acalma,  solidário com o sofrimento, Essa dor que me atormenta a alma.! Surgiu um raio luminoso e quente, É o sol que me acaricia a face para me aquecer, Deixou-me sorridente, E percebi, que a tristeza é para esquecer!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ontem / noite




Ontem fui esquecer a tristeza/lá fui até a rua dançar/divertir não faz mal/é época de crise/ninguém leva à mal/vesti uma roupa quentinha/e fui dar a perninha/e sai da minha casinha/ até conheci uma menininha/ que é um pouco atrevidinha/mesmo estando com roupinha/toda ela estava quentinha/como ela toda balançava/ Alegrava todos que a olhavam/acabei esta noite/ deitadinho com a menininha/ esqueci a tristeza/ esqueci que vinha tristinho.