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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Uma carta anónima


Hoje escrevo um poema...é teu... estou assim:....
e se as paredes falassem?
que diriam elas?
contariam a todos sobre a verdade que brota do coração?
ou sobre a dor que transborda da alma?
talvez tentassem explanar sobre a máscara colocada ...ou não...

Alguém  disse recentemente que só teria 2 hipóteses:
virar à direita da autoestrada da Vida, ou virar à esquerda
Impossível de seguir em linha recta
Impossível de seguir com a vida conhecida
Impossível...?
Apesar de muitos afirmarem que o Impossível... é possível!
Será?
Mesmo?
Como decidir? O que pesar na balança?
O medo persiste....uns dias discreto, noutros dias exasperante, outros nulo e quase inexistente
Mas que existe, sim é verdade... existe....
Então como decidir?
De fora parece tão fácil
De dentro o meu mundo encontra-se caótico
Fuga
Parece-me bem
Solução rápida, fácil...mas pouco eficaz
Fuga
Hoje é esta a minha opção
Amanhã...não sei...não sei mesmo
Terei mesmo de decidir?
Não posso simplesmente fingir que nada se passa?
Que esta confusão de sentimentos emparelhados com a mente com a consciência e a razão não têm importância alguma?

Fuga...espera...razão...alma...sentimentos...futuro...dor...
lembranças...surpresa...sorrisos...pele...cheiro...futuro...
Hoje definitivamente recolho-me em mim e nada decido.